Mapa de gargalos
Processos, relatórios, bases, documentos, planilhas e rotinas que geram retrabalho, erro, lentidão ou dependência de pessoas específicas.
O Diagnóstico Relâmpago da Estatimax identifica gargalos de dados, relatórios manuais, processos repetitivos e oportunidades viáveis de automação/IA. A entrega não é palestra: é um plano 30/60/90 com prioridade, risco, esforço e próximos passos.
O objetivo é transformar desejo genérico por IA em um plano operacional que pode virar projeto, automação, dashboard, RAG corporativo ou simplesmente economia de esforço desnecessário.
Processos, relatórios, bases, documentos, planilhas e rotinas que geram retrabalho, erro, lentidão ou dependência de pessoas específicas.
Leitura das fontes envolvidas: planilhas, banco, ERP, CRM, BI, PDFs, e-mails, pastas e integrações necessárias para cada iniciativa.
Priorização objetiva para separar quick wins, projetos estruturantes, apostas de IA e ideias bonitas que precisam esperar.
LGPD, qualidade dos dados, donos do processo, acesso a sistemas, manutenção, segurança, custo oculto e riscos de adoção.
Roteiro de execução com fases, entregas, responsáveis, premissas e ordem recomendada para sair do caos sem criar outro caos premium.
Próximo pacote indicado: automação de relatórios, engenharia de dados, IA Local/RAG, manutenção mensal ou pausa estratégica.
Quando a empresa já sente a dor, mas ainda não sabe se precisa de dashboard, integração, automação, RAG, agente ou só parar de alimentar uma planilha zumbi.
Uma sequência curta para entender a operação, separar moda de retorno e preparar uma execução que não dependa de heroísmo técnico.
Entendimento do cenário, urgência, área envolvida, patrocinador e problema principal. Aqui validamos se há dor real ou só curiosidade tecnológica.
Conversa guiada com quem pede, produz e usa os dados. O foco é processo, retrabalho, decisão, risco e tempo desperdiçado.
Avaliação de fontes, formatos, acessos, qualidade dos dados, automações possíveis, integrações e restrições de segurança/LGPD.
Montagem da matriz impacto x esforço com quick wins, projetos estruturantes, riscos, dependências e custo de não agir.
Definição de fases, entregas, ordem recomendada, próximos pacotes, manutenção e critérios de sucesso.
Não basta perguntar “qual IA vocês querem?”. A pergunta boa é: qual decisão demora, qual processo falha, qual dado ninguém confia e qual entrega consome gente demais?
Diagnóstico bom também diz “não”. Se qualquer consultoria sempre recomenda projeto, isso não é consultoria; é máquina de orçamento com gravata.
Se ninguém com poder de decisão apoia a mudança, o projeto vira relatório bonito enterrado no Drive.
Se a empresa não consegue mostrar fontes, exemplos ou processos, a análise fica rasa e não vira plano executável.
Se o objetivo é “usar IA porque todo mundo está usando”, primeiro é melhor amadurecer o problema.
Não. O diagnóstico existe justamente para entender o grau de organização atual e definir se o primeiro passo é BI, integração, limpeza, governança ou automação.
Sim, se fizer sentido. O diagnóstico pode evoluir para automação de relatórios, IA Local/RAG, engenharia de dados, dashboards ou manutenção mensal.
Sim. Quando existem políticas, contratos, manuais, propostas, atas ou bases de conhecimento, avaliamos se há caso para RAG corporativo ou agente de documentos.
Sim, com cuidado de escopo, acesso mínimo necessário, LGPD, separação de ambientes e recomendação de arquitetura adequada para cada caso.
A primeira conversa serve para separar oportunidade real de tecnologia performática com crachá.