Oferta Mapa · Diagnóstico de Dados e IA

Antes de comprar IA, descubra onde ela realmente paga a conta.

O Diagnóstico Relâmpago da Estatimax identifica gargalos de dados, relatórios manuais, processos repetitivos e oportunidades viáveis de automação/IA. A entrega não é palestra: é um plano 30/60/90 com prioridade, risco, esforço e próximos passos.

Dados BI Automação RAG/IA interna Plano de execução
Entregáveis

O diagnóstico termina com uma decisão clara: o que fazer, o que esperar e o que não fazer agora.

O objetivo é transformar desejo genérico por IA em um plano operacional que pode virar projeto, automação, dashboard, RAG corporativo ou simplesmente economia de esforço desnecessário.

01

Mapa de gargalos

Processos, relatórios, bases, documentos, planilhas e rotinas que geram retrabalho, erro, lentidão ou dependência de pessoas específicas.

02

Inventário de dados e sistemas

Leitura das fontes envolvidas: planilhas, banco, ERP, CRM, BI, PDFs, e-mails, pastas e integrações necessárias para cada iniciativa.

03

Matriz impacto x esforço

Priorização objetiva para separar quick wins, projetos estruturantes, apostas de IA e ideias bonitas que precisam esperar.

04

Riscos e dependências

LGPD, qualidade dos dados, donos do processo, acesso a sistemas, manutenção, segurança, custo oculto e riscos de adoção.

05

Plano 30/60/90

Roteiro de execução com fases, entregas, responsáveis, premissas e ordem recomendada para sair do caos sem criar outro caos premium.

06

Recomendação comercial

Próximo pacote indicado: automação de relatórios, engenharia de dados, IA Local/RAG, manutenção mensal ou pausa estratégica.

Para quem é

Quando o diagnóstico se paga rápido?

Quando a empresa já sente a dor, mas ainda não sabe se precisa de dashboard, integração, automação, RAG, agente ou só parar de alimentar uma planilha zumbi.

1Relatórios críticos dependem de uma pessoa.Se ela falta, atrasa ou sai de férias, a operação perde visibilidade.
2O mesmo indicador tem valores diferentes.Cada área defende sua versão e a reunião vira tribunal de Excel.
3Dados vivem espalhados.CRM, sistema interno, planilhas, PDFs e e-mails não conversam entre si.
4A empresa quer IA, mas não tem plano.O risco é comprar ferramenta antes de entender processo, dado e governança.
Método

Como o diagnóstico acontece.

Uma sequência curta para entender a operação, separar moda de retorno e preparar uma execução que não dependa de heroísmo técnico.

01

Triagem

Entendimento do cenário, urgência, área envolvida, patrocinador e problema principal. Aqui validamos se há dor real ou só curiosidade tecnológica.

02

Entrevista operacional

Conversa guiada com quem pede, produz e usa os dados. O foco é processo, retrabalho, decisão, risco e tempo desperdiçado.

03

Leitura técnica

Avaliação de fontes, formatos, acessos, qualidade dos dados, automações possíveis, integrações e restrições de segurança/LGPD.

04

Priorização

Montagem da matriz impacto x esforço com quick wins, projetos estruturantes, riscos, dependências e custo de não agir.

05

Plano 30/60/90

Definição de fases, entregas, ordem recomendada, próximos pacotes, manutenção e critérios de sucesso.

O que perguntamos

O diagnóstico força as perguntas que normalmente são ignoradas.

Não basta perguntar “qual IA vocês querem?”. A pergunta boa é: qual decisão demora, qual processo falha, qual dado ninguém confia e qual entrega consome gente demais?

Blocos da entrevista

  • Quais decisões dependem hoje de relatório manual?
  • Quais indicadores são críticos para operação, receita ou risco?
  • Quais bases existem e quem é dono delas?
  • Onde o time copia, cola, confere e refaz trabalho?
  • Quais documentos poderiam alimentar uma IA interna/RAG?
  • Quais riscos de LGPD, acesso, segurança ou adoção precisam ser tratados?
Limites honestos

Quando não faz sentido contratar agora.

Diagnóstico bom também diz “não”. Se qualquer consultoria sempre recomenda projeto, isso não é consultoria; é máquina de orçamento com gravata.

Sem patrocinador

Se ninguém com poder de decisão apoia a mudança, o projeto vira relatório bonito enterrado no Drive.

Sem acesso mínimo

Se a empresa não consegue mostrar fontes, exemplos ou processos, a análise fica rasa e não vira plano executável.

Sem dor operacional

Se o objetivo é “usar IA porque todo mundo está usando”, primeiro é melhor amadurecer o problema.

Perguntas frequentes

Antes de pedir o diagnóstico.

Preciso ter banco de dados organizado?

Não. O diagnóstico existe justamente para entender o grau de organização atual e definir se o primeiro passo é BI, integração, limpeza, governança ou automação.

Vocês já implantam depois?

Sim, se fizer sentido. O diagnóstico pode evoluir para automação de relatórios, IA Local/RAG, engenharia de dados, dashboards ou manutenção mensal.

Dá para fazer com documentos e PDFs?

Sim. Quando existem políticas, contratos, manuais, propostas, atas ou bases de conhecimento, avaliamos se há caso para RAG corporativo ou agente de documentos.

Vocês trabalham com dados sensíveis?

Sim, com cuidado de escopo, acesso mínimo necessário, LGPD, separação de ambientes e recomendação de arquitetura adequada para cada caso.

Comece pelo mapa

Solicite o diagnóstico e descubra qual gargalo vale atacar primeiro.

A primeira conversa serve para separar oportunidade real de tecnologia performática com crachá.

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